
Mais do que nunca, a palavra de ordem é FÉRIAS! Depois de quase 2 anos sem poder sair de casa, trabalhando em home office, com nossa saúde (física e mental) sendo colocada à prova o tempo todo, não foi fácil chegar onde estamos. Mas estamos aqui e a prioridade é descansar corpo e mente. E qual a melhor forma de fazer isso? Saindo de férias!
As férias deixaram de ser algo banal ou rotineiro, tornaram-se a prioridade de muitas pessoas e famílias. Assim que as fronteiras foram abertas, o número de viagens disparou, em pouco tempo o turismo voltou ao mesmo patamar pré-pandêmico. A cada feriado prolongado os números do setor se superam e seguem batendo recordes. Segundo dados recentes da Fecomercio/SP, em abril de 2022, as viagens cresceram 47,7% em relação ao mesmo período de 2021. E apesar do cenário econômico estar instável, o transporte aéreo ainda é o mais procurado, com um crescimento de 159,7% no comparativo com o ano anterior. Durante a pandemia, e com as fronteiras fechadas, os destinos mais procurados no Brasil foram aqueles que proporcionam mais contato com a natureza. Em agosto de 2020 os três destinos mais procurados foram: Campos do Jordão (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto de Galinhas (REC). Porém, com fronteiras abertas, os destinos mais procurados foram Orlando (EUA), Cancún (México), Nova York (EUA).
Um dos lugares mais desejados e vistos com frequência nas redes sociais, são as Ilhas Maldivas, a opção perfeita para quem quer relaxar, esquecer um pouco da rotina e desacelerar. Seja em um bangalô sobre a água ou em um quarto pé na areia, cada momento nessa ilha paradisíaca é de tirar o fôlego. A melhor época para viajar é entre os meses de novembro e abril, onde o período de chuvas é mais tranquilo. É possível encontrar hospedagens a preços acessíveis, afinal são mais de 160 hotéis, basta escolher a melhor opção para você e preparar a mala para curtir dias de sol e calor.
Seja na praia, no campo ou fora do Brasil, com isolamento e o advento do anywhere office, a procura por casas de temporada aumentou consideravelmente. É preciso desacelerar, diminuir o ritmo, ter mais autocuidado e menos stress. A busca por mais qualidade de vida é o que vai guiar nossas escolhas daqui para frente.